Eu quase não uso o twitter hoje em dia, ele mais serve pra mim como uma versão moderna de feed. Mas ontem, o uso de uma hashtag levantou questões relevantes sobre machismo e discriminação na indústria de games. Utilizando a hashtag #1ReasonWhy para responder porque exitem tão poucas mulheres na indústria dos games, várias mulheres deram seu relato de como já sofreram preconceito, discriminação, agressão verbal e até ameaças.
A idéia cresceu e os depoimentos vão desde gamers a profissionais na área de comunicação e criação de games. A hashtag resultou no surgimento de outras duas: #1ReasonMentor, onde mulheres que já tiveram que lidar com esses problemas oferecem apoio para as que ainda sofrem com isso, e o #1ReasontoBe que relata experiências positivas de profissionais que se deram bem na área e pretendem continuar.
Apesar de continuar achando 140 caracteres muito pouco pra debater um assunto delicado como esse, os depoimentos levantam várias questões. Agora é a hora de levá-las a outros meios onde o debate possa ser mais relevante. É óbvio que ninguém concorda com preconceito, bullying, agressão verbal etc... Falar que é contra é "chover no molhado". Porém acredito também que "chumbo trocado não dói", e em várias situações, a mulher tem que aprender a se defender ou melhor, retrucar ofensas. Afinal de contas, também sabemos que partir em defesa da mulher, como o cavaleiro ao resgate da donzela em perigo, é um conceito bem machista.
Fonte: Destructoid
A idéia cresceu e os depoimentos vão desde gamers a profissionais na área de comunicação e criação de games. A hashtag resultou no surgimento de outras duas: #1ReasonMentor, onde mulheres que já tiveram que lidar com esses problemas oferecem apoio para as que ainda sofrem com isso, e o #1ReasontoBe que relata experiências positivas de profissionais que se deram bem na área e pretendem continuar.
Apesar de continuar achando 140 caracteres muito pouco pra debater um assunto delicado como esse, os depoimentos levantam várias questões. Agora é a hora de levá-las a outros meios onde o debate possa ser mais relevante. É óbvio que ninguém concorda com preconceito, bullying, agressão verbal etc... Falar que é contra é "chover no molhado". Porém acredito também que "chumbo trocado não dói", e em várias situações, a mulher tem que aprender a se defender ou melhor, retrucar ofensas. Afinal de contas, também sabemos que partir em defesa da mulher, como o cavaleiro ao resgate da donzela em perigo, é um conceito bem machista.
Fonte: Destructoid
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